Nada Menos que Sam Walton

25 06 2009

Discurso de Sam Walton (falecido), fundador do WAL MART, fazendo a abertura de um programa de treinamento para seus funcionários.

” Eu sou o homem que vai a um restaurante, senta-se à mesa e pacientemente espera, enquanto o garçom faz tudo, menos o meu pedido.”

“Eu sou o homem que vai a uma loja e espera calado, enquanto os vendedores terminam suas conversas particulares.”

“Eu sou o homem que entra num posto de gasolina e nunca toca a buzina, mas espera pacientemente que o empregado termine a leitura do seu jornal.”

“Eu sou o homem que, quando entra num estabelecimento comercial, parece estar pedindo um favor, ansiando por um sorriso ou esperando apenas ser notado.”

“Eu sou o homem que entra num banco e aguarda tranqüilamente que as recepcionistas e os caixas terminem de conversar com seus amigos, e espera.”

“Eu sou o homem que explica sua desesperada e imediata necessidade de uma peça, mas não reclama pacientemente enquanto os funcionários trocam idéias entre si ou, simplesmente abaixam a cabeça e fingem não me ver.”

Você deve estar pensando que sou uma pessoa quieta, paciente, do tipo que nunca cria problemas.

Engana-se.

Sabe quem eu sou???

EU SOU O CLIENTE QUE NUNCA MAIS VOLTA!!!

Divirto-me vendo milhões, sendo gastos todos os anos em anúncios de toda ordem, para levar-me de novo à sua firma.

Quando fui lá, pela primeira vez, tudo o que deviam ter feito era apenas a pequena gentileza, tão barata, de me enviar um pouco mais de CORTESIA”.

CLIENTES PODEM DEMITIR TODOS DE UMA EMPRESA, DO ALTO EXECUTIVO PARA BAIXO, SIMPLESMENTE GASTANDO SEU DINHEIRO EM ALGUM OUTRO LUGAR.”


Planejamento Estratégico em Marketing e Treinamento em Vendas! Empresas e empresários abram a mente e comecem a ter entendimento de que, Marketing é investimento e não Custo! Tenham discernimento de que, Marketing não é Publicidade!





Você é um Líder ????

25 11 2008

 

Você é um lider?

Na medida em que você busca uma posição de liderança precisará trabalhar aspectos comportamentais em si próprio. O entendimento de como você é visto nos grupos sociais, familiares e, principalmente, profissionais pode ser de grande ajuda nessa caminhada. 

Há pessoas que exercem uma liderança natural, outras que precisam aprender a fazer isso. Em grupos de líderes, inclusive. Há sempre aquele que se destaca dos outros, é sempre assim.

Para que você possa avaliar se já exerce essa aptidão de modo natural e talvez mesmo inconsciente, preparamos um exercício que irá ajudá-lo a verificar o quanto os grupos que você freqüenta o percebem exercendo uma liderança.

É preciso bastante cuidado com a forma como você vai responder e ponderar sobre cada ponto neste exercício. Lembre-se que, se você já exerce alguma função gerencial, seus subordinados poderão muito bem aparentar alguns comportamentos na linha proposta pelo exercício, mas podem ser apenas exteriorizações de respeito à função que você já exerce, ou mesmo subserviência. O ideal será você avaliar sempre o comportamento de pessoas usando um grupo referência que esteja no mesmo nível hierárquico e/ou social que você.

Seja muito crítico e honesto nas respostas, não se subestime mas também não se superestime. Em todos os grupos existem lideranças naturais e o objetivo aqui é determinar o quanto isso ocorre com você, mas lembre-se que há sempre muito mais liderados do que líderes. 

Assim, as chances reais de exercer liderança são de 1 para o nº de pessoas do grupo referência. Se o grupo tiver 10 pessoas, então é uma chance em 10. Vamos lá? Marque as opções que mais se aproximam de sua realidade, some os pontos e depois confira o escore.  Esse exercício não o classifica como um líder realmente, mas lhe dá uma boa idéia de como você é percebido pelas pessoas quanto a emanação natural de alguns quesitos básicos de liderança.


O QUANTO VOCÊ É VISTO COMO LÍDER?

 

1) Quando você está andando com um grupo de 3 ou mais pessoas na rua, o quanto você fica no meio do grupo e dá o ritmo da caminhada?

A ) Sempre ando ao centro e as pessoas normalmente caminham à minha volta, conversando. Usualmente eu dou a tônica do assunto e o pessoal me segue.
B ) Às vezes ando ao centro do grupo, outras vezes não. Não consigo qualificar melhor que isso.
C ) Não costumo ser o centro das atenções em situações como essa.

 

 

 

2) Em um grupo de pessoas iguais a você (hierarquia ou grupo social), quando você fala, o quanto as pessoas param para ouvi-lo?

A ) Sempre. Normalmente eu sou a referência do grupo em qualquer assunto.
B ) Tenho que pedir a palavra às vezes com alguma veemência, mas uma vez capturada a atenção, sou ouvido cuidadosamente.
C ) O grupo é disperso e difícil de manter a atenção focada em mim.

 

 

3) Nesse mesmo grupo, quando você está falando, o quanto você é interrompido, em relação aos outros participantes?

A ) Praticamente não sou interrompido. Sou o único do grupo nessa condição.
B ) Sou interrompido tanto quanto os outros, até onde posso perceber.
C ) É difícil falar para o grupo, sou um dos mais interrompidos.

 

 

4) E em grupos de subalternos?

A ) Praticamente não sou interrompido.
B ) Sou interrompido para discussões às vezes.
C ) É difícil falar para o grupo, sou interrompido a toda hora. 

 

5) Em grupos profissionais o quanto você é convidado para partilhar o horário de almoço com os colegas?

A ) Freqüentemente, parecem procurar minha companhia.
B ) Mais ou menos. Partilhamos o horário quando nos encontramos, é meio ao acaso.
C ) Raramente me chamam.

 

 

6) Com que freqüência você é consultado em assuntos profissionais em relação a outras pessoas do mesmo nível?

A ) Freqüentemente e em várias esferas de assuntos. O pessoal parece confiar mais em mim do que no resto dos chefes para muitos assuntos.
B ) Regularmente, tanto quanto os outros chefes.
C ) Pouco. Alguns dos outros chefes são muito mais procurados do que eu. 

 

 

 

7) Em termos de gerencia ou chefia, como você  acha que é visto?

A ) Como um líder natural, forte, responsável e com autoridade.
B ) Como um gerente com autoridade delegada e com alguma liderança natural.
C ) Como um chefe. Eu mando, eles obedecem e é tudo.

 

Resultado do teste:

Agora conte os pontos. 5 pontos para cada letra A, 3 pontos para cada letra B e 1 ponto para cada letra C. O máximo de pontos possíveis é de 35 pontos. 

As graduações são:


Atingindo os 35 pontos: 
Todos os indicadores são de que você é visto como o líder do grupo que usou como referência.

Entre 33 e 30 pontos: Há sinais claros de que você já exerce alguma liderança natural sobre as pessoas do grupo que usou como referência, mesmo que você não se dê conta disso.

Entre 29 e 23 pontos: Na maioria dos momentos você é percebido como exercendo uma espécie de liderança freqüente, mas circunstancial.


Entre 22 e 17 pontos: 
A liderança circunstancial ocorre, mas em escala bem mais simples. Você não se destaca no grupo.


Entre 16 e 10 pontos: 
Raramente você faz sua voz ser ouvida no grupo. É algo a ser avaliado. Pergunte-se o quanto você gosta de pertencer a esse grupo e o quanto a situação lhe é confortável.

Menos que 10 pontos: As pessoas mal percebem que você faz parte do grupo. Você não participa, não expressa sua opinião e quando o faz, provavelmente ninguém presta muita atenção. Como no item anterior, pergunte-se o quanto essa rotina lhe é confortável ou não.

Você não se deve deixar abater se o escore obtido não o agradou. Considere isso um feedback precioso de você para você mesmo. Analise os resultados, pondere e inclua tudo isso em seu plano de desenvolvimento, lembrando sempre que agora você sabe mais sobre si próprio do que sabia antes.

Teste elaborado por Edson Rodriguez, vice-presidente da Thomas International.

Fonte:Você S/A





O 8º Hábito… by: Stephen Covey

21 10 2008

 

Stephen Covey

Stephen Covey

Em entrevista exclusiva, o especialista em desenvolvimento pessoal Stephen Covey afirma que, além de cultivar os sete hábitos que levam à eficácia, o executivo deve achar a própria voz e as vozes dos outros Ele estará na Expomanagent 2008. 

Stephen Covey gosta de comparar a liderança com um fósforo. O fogo de um fósforo pode acender uma vela e iluminar um quarto que está escuro, mas é necessário riscá-lo para que pegue fogo. O mesmo acontece com um líder, que precisa encontrar o próprio fogo –nesse caso, a própria voz– e, então, ser capaz de riscar outros fósforos, ou seja, inspirar os colaboradores a achar a voz deles.
Enquanto os sete famosos hábitos pregados por Covey levam à eficácia, este, o oitavo, conduz à grandeza da liderança.

Na entrevista a seguir, o grande especialista em desenvolvimento pessoal explica que os mecanismos de motivação externa não funcionam mais. Ele também diz que os executivos devem trocar o paradigma da era industrial, quando o foco estava nos pontos fracos, pelo paradigma da era do conhecimento, que manda concentrar-se nos pontos fortes e compensar os pontos fracos de cada integrante do grupo com os pontos fortes dos demais.

Para Covey, é essa complementaridade que torna mais produtivo cada indivíduo da organização.

O sr. publicou um livro dizendo que há um oitavo hábito muito importante para quem quer ter sucesso, além dos sete que o celebrizaram. Qual é o novo hábito?

Encontrar sua voz e inspirar os outros a encontrar a deles, para que eles complementem você, tornando-o mais produtivo. Mas isso deve ser feito numa seqüência: só é possível inspirar os outros uma vez que se tenha conseguido identificar a própria voz.

E é difícil encontrar a própria voz?

Encontrar nossa voz exige profundo compromisso com o desenvolvimento pessoal. O fato é que, em geral, desconhecemos nossos pontos fortes. Isso ocorre por conta da era industrial, quando se colocava o foco nos pontos fracos. Na era do conhecimento, o segredo é se concentrar nos pontos fortes e compensar os pontos fracos de cada integrante do grupo com os pontos fortes dos demais.

Como se faz, então, para encontrar a própria voz e consagrar esse novo estilo de liderança “inspirador”?

Primeiro, devemos trabalhar naquilo sobre o qual temos controle, vivendo com integridade e honestidade, procurando crescimento e desenvolvimento constante. Em seguida, temos de afirmar o valor e o potencial das outras pessoas, sem ficar fazendo comparações, preocupando-nos sinceramente com seu desenvolvimento, sem discursos e com ações reais.

E o que acontece quando alguém que encontra sua própria voz não consegue inspirar os outros?

Essa é a segunda instância do oitavo hábito e se dá, naturalmente, em certas condições.

Quando se aproxima um fósforo já aceso de outro, a chama do primeiro alcança o segundo, e ambos brilham mais intensamente. O mesmo ocorre quando alguém afirma o valor de uma pessoa e torna evidente que acredita nela, sendo afetuoso e compreensivo.

Com essa chama “unida” se pode acender uma vela mais facilmente. Essa vela representa o emaranhado de estruturas, sistemas e processos dentro da organização para que as “vozes” de todos sejam usadas, reforçadas e afirmadas de forma contínua e recíproca e a equipe complementar se forme, como afirmação sistêmica do valor e potencial de cada um.

Essa é uma definição metafórica de liderança. Qual é a definição técnica?

A definição de liderança que associei ao oitavo hábito é simples e, por sua vez, extremamente poderosa: a liderança consiste em comunicar às pessoas seu valor e potencial de modo tão claro que elas possam reconhecê-los como próprios. Essa comunicação não deve ser feita apenas por um indivíduo, mas pela cultura, pela organização em si –sua estrutura, os sistemas, o esquema de remuneração, o processo de seleção, os planos de capacitação e desenvolvimento. 

O que acontece, então? Pela coerência da mensagem comunicada, crescem a credibilidade da empresa e, ao mesmo tempo, a convicção de cada pessoa. E qual o resultado? Deixam de ser necessárias coisas como supervisão, direção externa, burocracia e hierarquias, tão custosas que, em uma economia globalizada, desviam a organização da competição. E não fazem mais falta os velhos mecanismos de motivação externa.

Isso significa que as teorias tradicionais sobre motivação estão todas erradas?

Elas se tornaram obsoletas para quem compete globalmente. Na competição local, a motivação “externa” ainda pode ser útil, mas também aí, pouco a pouco, a necessidade pessoal de propósito e significado crescerá, exigindo um tipo de motivação interna.

Obviamente, o sistema de valores vigente resistirá à mudança porque não quer renunciar ao poder e à capacidade de controle que encerram as motivações psicológicas externas.

A capacidade de execução é outro tema de absoluta atualidade nas organizações. O que o sr. pensa a respeito?

Como já disse Larry Bossidy [líder da General Electric com Jack Welch], a liderança sem a disciplina da execução é incompleta e ineficaz. A incapacidade de executar em geral deriva de falhas nos seis fatores dos quais depende. Em primeiro lugar, a falta de clareza. As pessoas não conhecem as prioridades de suas equipes ou da empresa. Quando peço às pessoas da platéia de minhas palestras que fechem os olhos e apontem o norte, elas apontam nas direções mais diversas. Nas empresas acontece o mesmo. Se alguém pergunta qual é a prioridade máxima, seguramente não encontrará muitas respostas coincidentes. Porém, na economia do conhecimento, essa lacuna precisa começar a se fechar, pois todos devem estar mais comprometidos com o processo de decidir o que é o mais importante. Eles já não obedecem a “ordens” de um superior.

Aí está a segunda lacuna possível: a falta de compromisso. Os funcionários não “incorporam” os objetivos. Embora conheçam as prioridades da empresa, isso não lhes importa, porque só estão conectados com ela pela retribuição econômica.

A falta de “transmissão” é o terceiro fator. As pessoas não sabem como podem contribuir individualmente para a consecução dos objetivos de sua equipe ou da organização.

A quarta falha está nas estruturas e sistemas disfuncionais, que, embora dêem segurança e tornem previsíveis as condições de trabalho, não permitem aos indivíduos que
desempenhem bem sua tarefa.

A falta de sinergia é o quinto fator nessa equação: não há equipes complementares, falta interdependência, há lutas territoriais, protecionismo, conflitos interpessoais, política interna, agendas secretas.

Finalmente, a última lacuna é gerada pela falta de responsabilidade, quando ninguém se reconhece reciprocamente responsável. Na verdade, todos deveriam sentir-se responsáveis perante todos, pois, com o fim da era industrial, desapareceram o chicote e a cenoura como motivadores e a técnica “sanduíche” de avaliação de desempenho (algo amável para abrir a conversa, as áreas para melhorar no meio e algo amável para fechar) e, no lugar deles, impôsse a freqüente avaliação compartilhada dos resultados em função desses objetivos prioritários, que todo mundo conhece e compreende.

Como corrigir as falhas na execução?

Segundo nossas pesquisas, quatro “disciplinas” representam os 20% de ações que produzem os 80% das soluções.

Em primeiro lugar, é preciso se concentrar no que for decididamente importante, porque as pessoas tendem a colocar o foco em apenas um assunto por vez com o mesmo nível de excelência.

m seguida, deve-se criar um gráfico de controle “motivador”: as pessoas reagem de maneira diferente se o desempenho delas é registrado.

Em terceiro lugar, é extremamente importante traduzir os grandes objetivos em ações específicas. Os objetivos nunca serão alcançados se a equipe não souber o que fazer para iniciá-los. É claro que sem esquecer que são trabalhadores do conhecimento criativos: são eles os que devem inovar e traduzir a inovação em um plano de ação.

Por último, uma vez mais, é preciso confirmar a responsabilidade de cada um. Nas equipes mais eficazes, são freqüentes as reuniões para corroborar o comprometido com o realizado. O propósito não é controlar ou redistribuir tarefas, e sim levar a consecução dos objetivos um passo à frente.

Essa nova forma de liderança baseada em propósitos e princípios é realmente sustentável?

Para tanto, deve-se fazer o possível para que quem suceder o líder seja melhor que seu antecessor e não sinta que o êxito dos outros é uma ameaça.

A entrevista é de Graciela González Biondo, colaboradora de HSM Management.
Edição 50

Fonte: HSM Inspiring Ideas





iPhone Brasil

26 09 2008

Enfim chegamos a ERA do IPHONE legalizado no Brasil. Mas será que até então ninguém possuía um iPhone antes das operadoras brasileiras começarem a comercializá-lo no país? Será que o Brasil teve realmente que esperar todo esse tempo para algum tupiniquim possuir o aparelho da Apple ? Como dizem as pesquisas e os noticiários locais e alguns até internacionais, o Brasil esta crescendo “tecnologicamente” o consumo de computadores vem aumentando em Progressão Geométrica o acesso à Internet (horas) ultrapassa os países mais “desenvolvidos”, mesmo que o acesso seja feito pelo discador e com a altíssima velocidade de 56Kbps, é praticamente a velocidade da luz. Mas o comentário disso tudo é para chegar ao ponto que mais uma vez meche com todos nós brasileiros, mas chamo de brasileiros todos que vivem no Brasil independente de ter nascido em outros paises.

Nesta semana a Claro e a Vivo, graciosamente divulgaram o lançamento da venda do aparelho iPhone 3G no Brasil, mesmo que com limitações geográficas pois em muitas cidades a tecnologia 3G ainda não está disponível. Mas bem, continuando, o valor do tão quisto aparelho chega as mãos dos mortais pela bagatela mínima de R$ 899,00 e máxima de R$ 2.599,00 isso sem comentar o plano de dados com velocidade mínima de 250MB (isso é que é alta velocidade no iPhone ?). Para quem tem problemas com pressão alta, realmente o preço está bem salgado…

Mas você já deve estar imaginando, mas porque o iPhone está custando tão caro no Brasil ? Como o aparelho é importando, existe a famosa incidência de impostos de importação, IPI, ICMS, PIS/Cofins e o famoso efeito cascata. A carga tributária total chega a quase 70% . Realmente o governo é seu sócio majoritário na compra do seu iPhone. Tem muita gente reclamando dos valores e isso é plausível, o governo também poderia arrecadar impostos e ganhar na escala e não por unidade.

Como o iPhone não tem concorrentes no Brasil será que inicialmente para produtos inovadores a carga tributária não deveria ser menor ? Até mesmo para aumentar a competitividade do mercado ? Pois se o governo não arrecadar com a comercialização do iPhone, irá arrecadar com a cobrança de impostos sobre o serviço cobrado pelas operadoras.

O mais provável é que isso tudo acabe acontecendo o que aconteceu com o cigarro no país, aumentaram tanto a carga tributária para diminuir o consumo que o contrabando disparou, e o governo teve uma grande redução na arrecadação. Será que o fumante que consome aquele maravilhoso cigarro made in Paraguai, irá processar alguma empresa brasileira pelo seu câncer na garganta? E as consultas médicas (SUS) no país que aumentam cada vez mais relativo as doenças pulmonares destes cigarros que até madeira tem na sua composição. Antes as empresas como Philip Morris e Souza Cruz, tinham um volume de vendas maior, mas contribuíam para pagar essa conta do hospital. O Governo precisa atentar para suas medidas tributárias e perceber o reflexo que isso causa na população e a maneira de como o povo reage perante a tudo isso. Como diz uma campanha do Governo: “O brasileiro não desiste nunca”. Isso é verdade, se não for por meios legais o brasileiro irá dar um “jeitinho” de conseguir adquirir seu iPhone 3G, nem que seja para usar um chip pré pago.

Mas uma vez o governo atrasa seus liderados pela falta da famosa reforma tributária em nosso país.

Será que isso um dia irá acontecer ou já virou lenda em nosso país? Como o boi tatá e a mula sem cabeça !!

Como diz a cação: “Que país é este….?”





Grátis de Graça

15 08 2008

 

                                      

 

Estava eu a voltar de uma reunião com amigos, conhecendo novos métodos de planos de carreira, aonde você pode trabalhar por conta própria e de como você pode ser dono do seu próprio negócio e até se tornar uma pessoa rica e muito bem sucedida. O bom de tudo isso é que quanto mais dinheiro e prestigio você tem, menos dinheiro você gasta. Já percebeu que gente famosa e rica sempre ganham as coisas ? É convite para ir a Ilha de Caras, são convidados para tudo, até quem não é famoso, mas coleciona uma boa bufunfa acaba indo. Já pensei muito sobre isso e não consigo entender, porque não convida os pobres para ganharem as coisas, comerem de graça ? Gente rica não paga mesmo.

Então lembrei deste texto que faz parte da edição 68, ano 12 da revista HSM – Management.

Mas antes de ler, reflita em uma coisa, mas uma coisa que já é sabido e depois leia o texto abaixo: Na vida, será que tudo é fácil ? O sucesso vem sem esforço, dedicação e disciplina?

 

“Aos 40 anos, King Gillette era um inventor frustrado, com um quê anticapitalista e trabalhava como vendedor de tampas para garrafas. O ano era 1890 e, apesar de suas idéias e de sua energia, e dos pais ricos, não conseguia muita coisa com seu trabalho.

Para ele, a culpa era da competição do mercado. Na verdade, no ano anterior Gillette havia publicado um livro, The Human Drift, no qual afirmava que todos os setores deveriam ser controlados por uma única empresa, de propriedade pública. E mais: todos os milhões de norte-americanos deveriam viver em uma cidade imensa chamada Metrópolis, abastecida pela energia gerada nas Cataratas do Niágara.

Seu chefe na fábrica de tampinhas lhe deu, porém, um conselho valioso nessa época: inventar algo que as pessoas usassem e jogassem fora, para voltar a comprar outras vezes.

Um dia, enquanto se barbeava com uma navalha tão gasta que não poderia ser afiada nem uma vez mais, essa idéia surgiu. E se a lâmina se limitasse a uma peça metálica bem fina? Em vez de perder tempo afiando as navalhas, os homens poderiam simplesmente descartar as lâminas sempre que perdessem o fio. Depois de alguns anos de testes, nascia o aparelho de barbear. A novidade não agradou de imediato: em 1903, primeiro ano de comercialização, foram vendidos 51 barbeadores e 168 lâminas. Só que, nas duas décadas seguintes, Gillette recorreu a todos os artifícios de marketing que conseguiu imaginar. Mandou imprimir o próprio rosto nas embalagens, tornando-se lendário e, para algumas pessoas, um personagem de ficção.

Forneceu milhões de aparelhos de barbear para o exército norte-americano (mediante um generoso desconto), na esperança de que os soldados se barbeassem nos períodos de guerra e mantivessem o hábito nos tempos de paz. Vendeu lotes de aparelhos para alguns bancos, para que oferecessem a novidade aos clientes que abrissem contas (a campanha publicitária orientava: “shave and save”, ou “barbeie-se e economize”). O aparelho de barbear vinha como brinde dos produtos mais variados, de chicletes a café, chás, temperos e marshmallows. A oferta do brinde ajudava a vender os produtos, mas o maior beneficiado era Gillette: a distribuição dos aparelhos de barbear, inúteis sem a lâmina, criava demanda para seu produto. Alguns bilhões de lâminas vendidas depois, esse modelo de negócio funciona hoje como base para diversos setores: ofereça telefones celulares de graça e venda os serviços da operadora; barateie o preço dos videogames e venda jogos a preços altos; instale máquinas de café sem nenhum custo e cobre bem pelos sachês para preparação da bebida. Graças a Gillette, a idéia de que é possível ganhar dinheiro dando algo de graça não é mais vista como uma proposta radical. Mas, até recentemente, quase tudo que era “gratuito” não passava do resultado daquilo que os economistas chamam de “subsídio cruzado”: o consumidor “ganha” um produto se comprar outro ou é contemplado com um produto se pagar por um serviço.

 

Este texto tem duas vertentes, como você obter vantagens com essa estratégia de marketing, ou ganhar dinheiro, muito dinheiro inventando ou criando algo na mesma filosofia. Como o que já acontece com muitos produtos dos quais você ainda não se deu conta. Você já reparou como baixaram os valores das impressoras e de como aumentaram os valores do cartucho / tonner ?

Realmente não seria muito bom se muitas empresas fornecessem, alguns produtos gratuitos em contra partida de seus suplementos, assim como já acontece com o celular ? Será que isso um dia irá acontecer com modens? Por que os computadores já vêm, com placa de rede e não com modem de ADSL 2+ internamente, por que temos que pagar por produtos adicionais na aquisição de certos bens?

Quando você for adquirir sua nova TV de plasma de 42″, consulte com o vendedor se a instalação é gratuita na parede ou se ela vem com suporte, e ainda mais, verifique se para aquelas famosas entradas HDMI, os cabos já estão inclusos, pois o valor destes itens não são muito baratos, principalmente dos cabos HDMI.

Já que estamos em um país globalizado por que as multinacionais não nos tratam como consumidores do primeiro mundo ? Por que a APPLE demorou tanto para abrir uma loja no Brasil ? Por que os brasileiros tiveram que comprar Iphone, como se fosse muamba? São muitas perguntas não são? Imagine só o período que o novo usuário do Iphone 3G vai ter no contrato de fidelidade das operadoras, 24 meses vai ser pouco e com no mínimo um pacote de R$ 300,00 mensais, fora o pacote de dados. Dá lhe inadimplência e Iphone com chip pré-pago.

Ainda irá demorar muito para o futuro grátis chegar ao Brasil.





Pro moção e pra Mocinha

14 08 2008

 

                                               

Muitas vezes nos deparamos com cada ação promocional que é de doer os ossos.. afinal de contas osso dói ou não ? Será que a dor é comparável a dor do fígado ou a do cotovelo ? Se alguém souber me avise por favor.

Mas claro que existem promoções que vale a pena participar e até são criativas, mesmo que você não seja o sortudo contemplado, vale a pena participar.

Veja o caso da Pepsi e da rede Lanchonete da Cidade (rede de bares, lanchonetes e pizzarias) de São Paulo, eles estão fazendo uma ação bem criativa, e não é vinculada ao consumo e sim e por si só somente, dependerá da criatividade criativa de quem criar, der a melhor resposta, claro que quem for avaliar terá que entender que você é uma pessoa criativa, inteligente e que merece ser o ganhador. Enquanto falo sem parar da tal promoção e de como ela funciona, já estava esquencendo do grande prêmio. Tcharammmm.. O grande prêmio é: Um lindo FUSCA 1968 Originalzinho da Silva. Para quem é aficcionado pelo veículo ou está cansado dos atuais carros, chamados de modernos, pois possuem ar, condicionado, direção hidráulica, são flex e o melhor de tudo usam alternador… para quem não entende nada de motor de avião, de nada irá adiantar…mas tudo bem.. há ainda quem prefira ter um carro desses para matar a saudade de fazê-lo pegar no tranco.. e ainda chamar os amigos e vizinhos para ajudar a empurrar, quando não pega, sempre tem um que grita: Engata a segunda.. engata a segunda e tira todo o pé da embregem. Bem isso é coisa do passado e hoje o financiamento é em até 200 anos para pagar… Mas voltando ao assunto, essa promoção como diria meu vô é supimpa, muito bacana mesmo, vale a pena participar.

O que acontece hoje em dia é que na maioria das vezes as promoções cada vez mais são coisas para nos tachar de loucos e inocentes.

Quando vamos ao super, hiper, mega mercado, normalmente no comecinho do mês, quando o cartão alimentação é carregado e coincidentemente em um final de semana, vemos aquelas “lindas” promotoras nos corredores do supermerado, normalmente com àquele sorriso “xi, lá vem aquelas pestinhas.. ou lá vem aquele cara que canta só promotoras..hee tem cada uma.. temos que rir para não chorar. O pior de tudo isso, é que as “belas” moças não dão a mínima para os consumidores e parece que quando nos aproximamos estamos incomodando a conversa dela com outra colega do lado de lá do corredor. Cada imagem que a empresa passa com isso. Isso tudo são sinais, sinais de que quando você parar na frente da prateleira ela irá dizer, levando 4 produtos e pagando mais R$ 4,00 você leva este lindo brinde. Claro que com a logo da empresa e alguns brindes promocionais incríveis, você usa uma vez e já quebrou. Mas não é nem pelo brinde é a forma toda como é feita a promoção, será que eles acham que somos da época da TELEFUNKEN? Vemos algumas promoções que nas compras acima de R$ 50,00 você ganha um celular, mas é obvio que você ganha o celular se habilitar no plano pós pago com um contrato de fidelidade até o apocalipse. Sabia que se você na loja da operadora que está dando o “celular” você faz um plano pós pago em um pacote de valor menor e ainda ganha o celular de grátis? Tem cada coisa que ouvimos que é melhor mesmo ouvir do que ser surdo, porque se fossemos surdos para que celular não é ?

Uma outra grandiosa jogada promocional são as empresas que lançam promoção para novos clientes (verdadeiras arapucas) enquanto os que já estão na base, não têm beneficio algum, ou melhor, têm sim quando ligam para cancelar um produto ou serviço, então eles oferecem mundos e fundos. Isso até parece relacionamento, o rapaz tem uma moça boa pinta, um ótimo partido, mas não dá valor, depois que perde a para outra base, tenta fazer de tudo para reconquistar até mostra novas vantagens e serviços… Mas depois ja era.. magoou.. magoou..

Pense nisso na hora de adquir um produto ou serviço, avalie se a marca é socialmente responsável com velhos fregueses e novos clientes. Mais uma vez as lembramos que até as grandes marcas têm pessoas por trás e hoje em dia o mundo está cada vez mais capitalista, reflita as sua pequenas atitudes, elas podem influenciar o planeta.

________________ Se você tiver curiosidade para ver a promoção do Fusca !!!_________________

http://www.fuscadacidade.com.br/

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O Consumo que Consome

13 08 2008

                                                             

 

Recebi uma enquete hoje da revista Você S/A alusiva aos 10 anos da revista, as principais perguntas eram ligadas há 10 anos atrás, hoje e daqui há 10 anos.

Tudo está relacionado ao que ingerimos… pois dizem que o peixe morre pela boca não é?  Dizem até que você é o que come e eu completo, você é o que consome e será reflexo do que consumiu.

Como todos sabem pelos jornais, estamos vivendo, para alguns a época da reencarnação do milagre econômico do tempo de nossos pais e para alguns de seus avós. Como o dinheiro tá fácil e barato o mercado de consumo está mais aquecido do que nunca, existem até campanhas do consumo consciente, os americanos já eram consumistas antes mesmo de nós saber o que era consumo e agora que chegou a vez do Brasil, criaram essas ONGs para o consumo consciente, preservação da Amazônia e esse blá, blá, blá todo que todo mundo ouve. Mas não é sobre nós sermos a bola da vez ou melhor, fazendo uma analogia ao boliche, o pino da vez.

Hoje todos nós consumimos o que queremos, tudo é acessível, o cartão passou ufa.. que beleza, devem ter aumentado meu limite, oba-oba, e dá-lhe comprar mais. Xiii.. se for no Hipercard ainda tá para fazer em até 12x com parcelas mínimas de “Déiszão”. É celular novo, é roupa nova toda semana é carro novo, fazer comida em casa para quê ? Todo dia é dia de comer fora de casa.

Com tudo isso, as pessoas não tem mais poupado e principalmente essa nova geração de jovens da geração clique e para adquirir é só dar um duplo clique e digitar o número do cartão, cada vez mais perdem a noção do que farão no futuro.

As pessoas tem poupado cada vez menos, elas vivem atoladas em um parcelamento e mal terminam uma percela, já fazem novas aquisições. Mas e no futuro ninguém tem pensado mais ? Até quando esse ciclo irá perdurar ? 

Eles terão duas escolhas, ou deixão o nome entrar no SERASA ou serão escravos do consumo, criando cada vez mais uma sociedade na qual, as atitudes do filme ” Um dia de Fúria” se tornam cada vez mais frequentes e aonde os pais cada vez mais se distanciam dos filhos trabalhando muito mais para pagar as dívidas do tal consumo, o consumo imediato que é extremamente prazeroso e que depois acaba virando um labirinto sem fim. Pois se ficar o bicho, se correr o bicho pega.. e se pega !

Consuma tranquilidade, liberdade de escolha e profissional, poupe conquiste sua segurança financeira. Isso não é somente para ricos, basta ter disciplina e começar com uma poupança pequena e tomar atitude que vão de encontro aos seus sonhos. Faça seus sonhos se tornarem realidade, a grama do vizinho é tão verde quanto a nossa e o sol nasce para todos, é apenas uma questão de atitude que o seu primeiro milhão chegará a suas mãos.

Pequeno exemplo: Se você pretende trocar de carro daqui a 2 anos por exemplo, porque você irá financiar este carro em 2010 e no final irá pagar o valor de dois veículos? Planeje, se você não consegue guardar dinheiro, faça um consórcio e use a carta de crédito para complementar o valor de seu carro zero.

Pense nisso: O que você conquistou até hoje e aonde quer chegar daqui há 10 anos ?





A tal portabilidade #

11 08 2008

                                                  

A partir do próximo mês, dizem que já será realidade a portabilidade telefônica…. Até 2009 todos os DDD’s serão atendidos. Mas, o que é a tal portabilidade numérica? O que isso significa ? Agora meu celular será portátil ? Vou pode ligar meu telefone fixo na rua?  Bem.. antes que cheguem mais perguntas vamos tentar responder o que é, e quais as suas vantagens e é claro as desvantagens!

Portabilididade numérica, nada mais é do que, você poder levar seu número de telefone para qualquer operadora de telefônia. Exemplificando: Se você tem um número de telefone fixo da época do epa, que já pertência a sua familia  desde o governo do Getúlio, e agora você pretende mudar da Brasil Telecom (futura Oi) para GVT ou Embratel, seu número continua o mesmo… vai que seus tataravós queiram te ligar.. ou se você tem o telefone daquele gatinho da época da  pré-escola em 1820, não se preocupe o número continuará o mesmo.

Mas isso também ocorrerá com os números de telefone celular, se você tem um número do tempo que usar celular Motorola Startac era chique, e quiser mudar para uma operadora que lhe trate com respeito e lhe dê bonus para troca de celular a cada 3 meses, isso será possível.

Agora eu é quem pergunto, há vantagens ? Para uns sim, para outros não. Vamos analisar alguns pontos.

Com tanta tecnologia a escolha: CDMA, TDMA, 2G, 3G, telefones via cabo, via Wireless, NET e alguns até com celular analógico ainda. Como será que o governo irá acompanhar essa migração aos interessados, será necessário fazer upgrade de plano, será necessário comprar aparelhos compatíveis (dependendo da tecnologia).

Quanto isso irá custar para se fazer essa migração… Como ainda não existem postos físicos de atendimento para o consumidor de telefenia, como se passará. Pois para comprar celular em cada esquina tem, mas para reclamar, constatar valores é somente na tal “Central”. Na telefonia fixa nem se fala… Capaz de pedirem cópia do contrato. Mas não se preocupe pois todas as empresas, querem nos ver felizes da vida e com certeza farão de tudo para que você fique menos de 50 minutos fazendo tal solicitação.

Mais uma vez isso será uma coisa para Inglês ver…. vamos ver no que vai dar… vai que até lá as operadoras fazem outra fusão… É nem tudo são flores, parece que o buraco pode ser bem, bem mais embaixo.








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